Dalva Agne Lynch (Sarah)

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(Tradução para o português depois do original em inglês)


 
CHANUKKAH - Like a Beacon in the Storm

₢ Sarah D.A. Lynch



Chanukkah - the Festival of Lights - is a Jewish Holiday that lasts eight days and usually takes place between  November and December.
 
The History tells us that the Maccabees, a revolutionary Jewish group, was besieged by the Syrians in 165 BCE. There was only one day left of the special oil to light the Menorah, the holy candelabra, and it should always shine, because it was - and it still is -  the symbol of the Jewish people´s Light.
 
Well, it took eight days to make new oil so the priests lighted the Menorah and began preparing more oil and kept on fighting against their enemy.
 
But the Menorah lights kept wonderfully shining for all of the eight days it took the Jews to make new oil and to win the battle against the Sirians.
 
From the commemoration of those two miracles - the miracle of the Lights and that of an impossíble victory - came the celebration of Chanukkah, when we light one candle a day in a special candle holder called Chanukkiah. For eight nights we light one candle at a time, and the light shines through the darkness, and we exchange gifts, eat delicious traditional foods and feast with family and friends.
 
When my two older boys were at war I was alone with my two younger ones. They were at war for seven long years. To light the Shabbat and the Chanukkah candles became a bridge of light and faith that they would surely come back home.
 
The poem below is from my book A Time for the Sword,  and was written during those times of waiting.  It´s not a literary creation. It´s something  written by a mother waiting for her sons to come back from war.
 
Like a Beacon in the Storm

₢Sarah D.A. Lynch


I put my candle by the window-ledge
as a silent pledge
like a beacon in the storm.

With the sunset the Shabbat came
and I lit with prayer my flame
like a beacon in the storm.

He will come back from War
following this light from afar
like a beacon in the storm.

And when he finishes his quest
this light will be his rest
like a beacon in the storm...

 
 
illustration: My grandson Tyler in a photoshop composition by the author, Channikah de 5772

Versão em português:

*CHANUKKAH - Como uma luz na tormenta

₢Sarah D.A. Lynch

 

Chanukkah - o Festival das Luzes - é um feriado judaico que dura oito dias. Conta a história que os Macabeus, grupo revolucionário judeu, no ano de 165 BCE, foram sitiados pelos sírios. Não havia mais óleo para acender as luzes da Menorah, o candelabro sagrado, a não ser por um dia, e ele nunca deveria se apagar, porque representava, e ainda representa, a luz do povo de Israel.
 
Ora, levava oito dias para que novo óleo sagrado fosse feito, mas, ainda assim, os sacerdotes acenderam as luzes da Menorah e começaram a trabalhar fazendo o novo óleo e lutando contra o inimigo.
 
Milagrosamente, as luzes da Menorah não se apagaram durante todos os oito dias. No fim deste tempo, não apenas o novo óleo estava pronto, mas eles haviam vencido a batalha.
 
Para comemorar o milagre das luzes e aquela vitória impossível, instituiu-se a tradição de Chanikkah, na qual acendemos uma vela por dia, durante oito dias, em um candelabro especial chamado Chanukkiah. Assim, durante oito dias, enquanto a luz das velas brilha noite afora na janela, troca-se presentes, come-se maravilhosas comidas especiais, e festeja-se com os familiares e amigos.
 
Quando meus filhos foram para a guerra (primeiro para o Afeganistão, depois para o Iraque), fiquei sozinha com meus menores. Eles ficaram na guerra por sete longos anos. Acender as velas do Shabbat e de Channikah tornou-se-me uma ponte de luz e de fé de que sim, eles retornariam. O poema abaixo, que faz parte de meu livro A Hora da Espada, foi dedicado a esta espera. Não é um texto de valor literário. É um texto escrito por uma mãe que esperava o retorno dos filhos, há tantos anos na guerra. Ele fala nas luzes do Shabbat, mas aplica-se também para Channikah.
 
Meus filhos já retornaram, mas minhas velas ainda são uma luz que os chama, de onde quer que estejam, para o lar que é meu coração de mãe.
 

Como Farol na Tormenta
 
© Sarah D.A. Lynch

Essa Luz é minha vela

no peitoril da janela

como farol na tormenta. 

 

O ocaso o Shabbat proclama

e acendo a Luz que o chama

como farol na tormenta. 

 

E ele voltará ao seu lar

seguindo essa Luz a velar

como farol na tormenta. 

 

E quando estiver comigo

a Luz será nosso abrigo

como farol na tormenta...







 
Dalva Agne Lynch
Enviado por Dalva Agne Lynch em 06/12/2009
Alterado em 11/12/2017
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